quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Os jovens de Manaus e Entorno realizarão Conferência Territorial amanhã, dia 21 de outubro, dentro das atividades do projeto


Os jovens presentes nas oficinas de Desenvolvimento Territorial do Juventude no Desenvolvimento Territorial realizarão Conferência Territorial amanhã, dia 21 de outubro, dentro das atividades do projeto.
O Território abrangente pe de Manaus e Entorno. A Conferência Territorial tem como foco o desenvolvimento dos territórios da cidadania, na ótica da politicas públicas de juventude.

A iniciativa se dá por meio do Instituto de Juventude Contemporânea em parceria com o Ministerio do desenvolvimento Agrário que estão na cidade agitando a discussão sobre juventude rural e territórios da cidadania. A atividade constitui etapa da Conferência Estadual de Juventude do Amazonas, que ocontece na próxima semana, de 25 a 27/10. A etapa nacional que ocorre de 09 a 12/12 desse ano.

Dificuldades de organização

Jovens chamaram a atenção para a desmobilização de toda a política territorial local. Segundo eles, não há qualquer atividade realizada pelo Colegiado Territorial de Manaus e Entorno há pelo menos um ano. Nesse constexto, inexistem experiências também com os jovens. Entre as dificuldades, estão colocadas a falta de prioridade com a população do Amazonas, lembrado pela sua exuberância natural e não pensado no aspecto populacional. "Existem dois 'Brasis', o da Amazônia e o que está integrado" argumenta jovem.


Comunicação IJC
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Hip Hop em Manaus

Para quem achava que em Manaus o som se resumia a forró, boi, ciranda... eis que os jovens participantes das oficinas de Desenvolvimento Territorial mostram que há algo mais. Acompanhem o Hip Hop de Manaus no vídeo.

Afinal, o que são os Territórios da Cidadania?

O Programa Territórios da Cidadania é parte do esforço conjunto do Governo Federal para priorizar suas ações em regiões e sub-regiões onde os investimentos públicos e privados não têm sido suficientes para garantir o atendimento às necessidades básicas da população, bem como para acelerar processos locais e subregionais que ampliem as oportunidades de geração de renda de maneira desconcentrada e com a observância da sustentabilidade em todas as suas dimensões.
Trata-se de um programa de apoio e estímulos a processos de desenvolvimento organizados territorialmente com certo grau de endogenia, descentralizados e sustentáveis, articulados a redes de apoio e cooperação solidária que, gradualmente, possam integrar populações e territórios do interior do Brasil aos processos de crescimento e de desenvolvimento em curso.

Porque o enfoque territorial?
A concepção da estratégia de desenvolvimento rural sustentável com enfoque territorial, tendo por referência os territórios rurais como espaço de articulação e gestão de políticas públicas é oriunda principalmente, da necessidade de se adotarem concepções inovadoras para enfrentar problemas que, apesar dos avanços conseguidos, persistem atingindo fortemente algumas regiões e grupos sociais. Especificamente refere-se ao enfrentamento da pobreza e da exclusão social, à degradação ambiental e às desigualdades regionais, sociais e econômicas que ainda atingem o meio rural brasileiro.
A estratégia busca promover a articulação e a gestão, descentralizada e participativa, de ações para alcançar o desenvolvimento social e sustentável das populações que vivem em territórios rurais de todo o país. Tem como objetivo apoiar e fortalecer, nos territórios, capacidades sociais de auto-gestão dos processos de promoção do desenvolvimento, nos quais as próprias organizações dos agricultores(as) familiares e dos(as) trabalhadores(as) rurais protagonizem as iniciativas. Trata-se de uma ação de Estado dirigida para regiões rurais nas quais se constroem, historicamente, relações de pertencimento e identidades culturais e geográficas. Para que este processo ganhe força e densidade, foram e estão sendo criados mecanismos institucionais para o estímulo e o apoio à participação dos atores e atrizes dos territórios para que possam discutir e deliberar publicamente sobre políticas, programas e projetos que afetam diretamente suas vidas.
Atualmente, o MDA/SDT está apoiando diretamente 118(120) territórios rurais que compreendem 1.833 municípios onde vivem 37,4 milhões de brasileiros(as), abrangendo 32% da superfície nacional. Nesses territórios encontra-se 42% da demanda social do MDA, constituída por agricultores(as) familiares, assentados(as) pela reforma agrária, trabalhadores(as) rurais que buscam acesso à terra, além de outros segmentos de populações tradicionais que habitam os espaços rurais.

Fonte: MDA/SDA

Comunicação IJC

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Projeto chega a Manaus, no estado de Amazonas


Jovens organizados no Território de Manaus e Entorno participam a partir de hoje (19/10) até sexta (21/10) das Oficinas de Desenvolvimento Territorial do projeto Juventude no Desenvolvimento Territorial, atividade gestionada pelo IJC, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Territorial, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Esta é a primeira oficina do projeto no Norte do país, realizada na Casa de Retiro Centro Sócio Educativo Vicente Paloti, que fica em Nova Esperança 2 - Conjunto Topazia, em Manaus. O desafio da juventude participante da atividade é pensar a sua organização e participação no mecanismo de administração do Território de Manaus e Entorno, que, segundo Sistema de Informações Territoriais (http://sit.mda.gov.br),  abrange uma área de 90.928,50 Km² e é composto por 13 municípios: Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manaquiri, Manaus, Nova Olinda do Norte, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Silves e Urucurituba. A população total do território é de 2.159.393 habitantes, dos quais 187.755 vivem na área rural, o que corresponde a 8,69% do total. Possui 12.911 agricultores familiares, 12.265 famílias assentadas e 29 terras indígenas. Seu IDH médio é 0,76.

Moradia ribeirinha recepciona equipe do IJC

Destaque para a calorosa recepção da equipe do IJC pelos funcionários do Centro. Nosso grupo, formado pela pedagoga Joana Santos, a socióloga Camila Brandão e o jornalista Rafael Mesquita, que atuam na facilitação, assessoria pedagógica e relatoria, respectivamente, foi instalado em um chalé de madeira que está entre as edificações da Casa de Retiro. Para Joana, “esse acolhimento é maravilhoso, especialmente por estar nas proximidades do Rio Amazonas e estar abrigada em uma casa típica das populações ribeirinhas”, completa.

Comunicação IJC

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