segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

IJC lança edital para a seleção de relator

O IJC, através do projeto Juventude no Desenvolvimento Territorial, está selecionando relator para atuar nas atividades do projeto.

Acompanhe edital abaixo:

EDITAL 01 - 2012

sábado, 17 de dezembro de 2011

Projeto em Parintins (AM), terra da Festa do Boi


A oitava oficina do Juventude no Desenvolvimento Territorial, um projeto do IJC em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário, chegou ao Território do Baixo Amazonas. A cidade de Parintins recepcionou a atividade nos dias 15, 16 e 17 de dezembro 2011.

No calor dos trópicos da Amazônia, a equipe do projeto foi recepcionada por mais de 40 jovens dos municípios de Parintins, Boa Vista dos Ramos, Maués, Nhamundá, Urucará e Barreirinha. O que é muito característico na região, a presença de identidade das étinicas indígenas dos povos Sater-Maué e Hixkaryana, bem como, a expressão cultural dos Boi Garantido e Caprichoso, do Boi Bumbá, também marcaram os dois primeiros dias de evento. Destaque para a expressão do Boi, que muito mexe na vida da cidade de Parintins, através das manifestações culturais, das cores vermelho e azul, levando com isso o comercio, as propagandas e a disputa política.

A abertura da oficina, segunda a acontecer no estado do Amazonas, os jovens foram convidados a contarem suas histórias de vida e a construir o diagnóstico local do território e das organizações juvenis locais. Para este fim, realizaram, na manhã do dia 16, um passeio na cidade para perceberem diversos olhares da estrutura política, econômica e cultural.

Comunicação IJC
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Carência de oportunidades é destaque na oficina do Noroeste de Minas Gerais

A juventude organizada no Território do Noroeste de Minas Gerais recebem nesta semana as oficinas de Desenvolvimento Territorial, do projeto Juventude no Desenvolvimento Territorial, uma parceria do Instituto de Juventude Contemporânea (IJC) com o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

A cidade de Vazante (MG) sedia o evento, que começou no dia 10 de novembro e vai até amanhã (12). Entre os destaques do primeiro dia de oficina, aparecem, nas análises dos jovens rurais, grande insatisfação com a política territorial e denúncia da ausência de ações ou programas que atendam aos jovens. O fato é que os jovens têm consciência da existência de programas nacionais, por exemplo, mas essa participação é freada pela estrutura organizacional do estado, pela ausência de diálogo com os executivos municipais e as dificuldades impostas pela localização territorial, que são somadas ao processo burocrático de acesso ao financiamento para a agricultura, por exemplo. Uma soma de fatores negativos impedem a circulação de informações e pessoas. Não há comunicação digital na região e o transporte é precário, quando inexistente. A exemplo disso, citamos as linhas de ônibus intermunicipais, que, em muitos municípios, só circulam em dois horários, uma pela manhã e outro no fim da noite. “O transporte é muito precário e o preço é muito alto, já que temos que pagar um ônibus mensalmente para sair da cidade em que moramos para poder estudar”, afirma jovem que não quis se identificar, com receio de represálias no município onde mora.

Outras questões, como a situação de pobreza de muitas famílias e o afastamento constante de jovens do trabalho na agricultura, e o consequente êxodo rural, demonstram a fragilidade da região, que também contou na atividade com representantes dos municípios de Presidente Olegário, Lagamar, Brasilândia e Paracatú. “A política da má distribuição e exploração não tem graça, parece até má brincadeira, pois tiram da gente o que é nosso de direito. Chega de ser desumano”, destaca o jovem Geovane, indignado com as condições de sobrevivência colocadas na região. Em contraponto aos problemas sociais colocados, destaca-se a exploração de minérios, especialmente o ouro, assim como forte investimento na monocultura. Essa exploração dos bens naturais é feita por grandes corporações mundiais, a exemplo do grupo Kinross, da Votarantin, da Bevap, do Mas, da Petrobras e da Global.

Durante o dia de hoje, os jovens serão incitados a pensarem propostas de intervenção na política local, assim como produzirão diagnóstico da participação política e dos espaços de intervenção pública.

Comunicação IJC
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Os jovens de Manaus e Entorno realizarão Conferência Territorial amanhã, dia 21 de outubro, dentro das atividades do projeto


Os jovens presentes nas oficinas de Desenvolvimento Territorial do Juventude no Desenvolvimento Territorial realizarão Conferência Territorial amanhã, dia 21 de outubro, dentro das atividades do projeto.
O Território abrangente pe de Manaus e Entorno. A Conferência Territorial tem como foco o desenvolvimento dos territórios da cidadania, na ótica da politicas públicas de juventude.

A iniciativa se dá por meio do Instituto de Juventude Contemporânea em parceria com o Ministerio do desenvolvimento Agrário que estão na cidade agitando a discussão sobre juventude rural e territórios da cidadania. A atividade constitui etapa da Conferência Estadual de Juventude do Amazonas, que ocontece na próxima semana, de 25 a 27/10. A etapa nacional que ocorre de 09 a 12/12 desse ano.

Dificuldades de organização

Jovens chamaram a atenção para a desmobilização de toda a política territorial local. Segundo eles, não há qualquer atividade realizada pelo Colegiado Territorial de Manaus e Entorno há pelo menos um ano. Nesse constexto, inexistem experiências também com os jovens. Entre as dificuldades, estão colocadas a falta de prioridade com a população do Amazonas, lembrado pela sua exuberância natural e não pensado no aspecto populacional. "Existem dois 'Brasis', o da Amazônia e o que está integrado" argumenta jovem.


Comunicação IJC
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Hip Hop em Manaus

Para quem achava que em Manaus o som se resumia a forró, boi, ciranda... eis que os jovens participantes das oficinas de Desenvolvimento Territorial mostram que há algo mais. Acompanhem o Hip Hop de Manaus no vídeo.

Afinal, o que são os Territórios da Cidadania?

O Programa Territórios da Cidadania é parte do esforço conjunto do Governo Federal para priorizar suas ações em regiões e sub-regiões onde os investimentos públicos e privados não têm sido suficientes para garantir o atendimento às necessidades básicas da população, bem como para acelerar processos locais e subregionais que ampliem as oportunidades de geração de renda de maneira desconcentrada e com a observância da sustentabilidade em todas as suas dimensões.
Trata-se de um programa de apoio e estímulos a processos de desenvolvimento organizados territorialmente com certo grau de endogenia, descentralizados e sustentáveis, articulados a redes de apoio e cooperação solidária que, gradualmente, possam integrar populações e territórios do interior do Brasil aos processos de crescimento e de desenvolvimento em curso.

Porque o enfoque territorial?
A concepção da estratégia de desenvolvimento rural sustentável com enfoque territorial, tendo por referência os territórios rurais como espaço de articulação e gestão de políticas públicas é oriunda principalmente, da necessidade de se adotarem concepções inovadoras para enfrentar problemas que, apesar dos avanços conseguidos, persistem atingindo fortemente algumas regiões e grupos sociais. Especificamente refere-se ao enfrentamento da pobreza e da exclusão social, à degradação ambiental e às desigualdades regionais, sociais e econômicas que ainda atingem o meio rural brasileiro.
A estratégia busca promover a articulação e a gestão, descentralizada e participativa, de ações para alcançar o desenvolvimento social e sustentável das populações que vivem em territórios rurais de todo o país. Tem como objetivo apoiar e fortalecer, nos territórios, capacidades sociais de auto-gestão dos processos de promoção do desenvolvimento, nos quais as próprias organizações dos agricultores(as) familiares e dos(as) trabalhadores(as) rurais protagonizem as iniciativas. Trata-se de uma ação de Estado dirigida para regiões rurais nas quais se constroem, historicamente, relações de pertencimento e identidades culturais e geográficas. Para que este processo ganhe força e densidade, foram e estão sendo criados mecanismos institucionais para o estímulo e o apoio à participação dos atores e atrizes dos territórios para que possam discutir e deliberar publicamente sobre políticas, programas e projetos que afetam diretamente suas vidas.
Atualmente, o MDA/SDT está apoiando diretamente 118(120) territórios rurais que compreendem 1.833 municípios onde vivem 37,4 milhões de brasileiros(as), abrangendo 32% da superfície nacional. Nesses territórios encontra-se 42% da demanda social do MDA, constituída por agricultores(as) familiares, assentados(as) pela reforma agrária, trabalhadores(as) rurais que buscam acesso à terra, além de outros segmentos de populações tradicionais que habitam os espaços rurais.

Fonte: MDA/SDA

Comunicação IJC

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Projeto chega a Manaus, no estado de Amazonas


Jovens organizados no Território de Manaus e Entorno participam a partir de hoje (19/10) até sexta (21/10) das Oficinas de Desenvolvimento Territorial do projeto Juventude no Desenvolvimento Territorial, atividade gestionada pelo IJC, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Territorial, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Esta é a primeira oficina do projeto no Norte do país, realizada na Casa de Retiro Centro Sócio Educativo Vicente Paloti, que fica em Nova Esperança 2 - Conjunto Topazia, em Manaus. O desafio da juventude participante da atividade é pensar a sua organização e participação no mecanismo de administração do Território de Manaus e Entorno, que, segundo Sistema de Informações Territoriais (http://sit.mda.gov.br),  abrange uma área de 90.928,50 Km² e é composto por 13 municípios: Autazes, Careiro, Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Itapiranga, Manaquiri, Manaus, Nova Olinda do Norte, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Silves e Urucurituba. A população total do território é de 2.159.393 habitantes, dos quais 187.755 vivem na área rural, o que corresponde a 8,69% do total. Possui 12.911 agricultores familiares, 12.265 famílias assentadas e 29 terras indígenas. Seu IDH médio é 0,76.

Moradia ribeirinha recepciona equipe do IJC

Destaque para a calorosa recepção da equipe do IJC pelos funcionários do Centro. Nosso grupo, formado pela pedagoga Joana Santos, a socióloga Camila Brandão e o jornalista Rafael Mesquita, que atuam na facilitação, assessoria pedagógica e relatoria, respectivamente, foi instalado em um chalé de madeira que está entre as edificações da Casa de Retiro. Para Joana, “esse acolhimento é maravilhoso, especialmente por estar nas proximidades do Rio Amazonas e estar abrigada em uma casa típica das populações ribeirinhas”, completa.

Comunicação IJC

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